Food Writing Prompt: Foujita, Wine & Blotting Paper

Published by Wednesday, July 23, 2014 Permalink 1

Food Writing Prompt: When Blotting Paper Gets Most of Your Ink

by Elatia Harris

This young woman, painted by Foujita in 1948, puts a pensive face on a harrowing dilemma — failing to make a good enough start on writing to have the courage to finish. Her blotting paper is the record of her distress, our deletions the record of our own. Looks like she’s hoping a second glass of wine will get her over the hump — the little saucers under the glass tell us, and her waiter, how many she’s had. My guess is that her heart is too full. What should she do? What would you do?

 

Elatia Harris is a writer and consulting editor in Cambridge, Mass. She is most often at work on books and articles about food, wine and travel. Contact her at elatiaharrisATgmailDOTcom or via text at 617-599-7159.

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Publish – Food Bloggers

Published by Thursday, July 10, 2014 Permalink 1

Publish – Food Bloggers

Food blogging is one of the best ways to start food writing, and you can hone your skills as you go. You don’t have to be an experienced writer to start a blog. Your blog can serve as your playground as your writing improves. Blogs get your name out in public. Food bloggers are motivated and they invest a lot of time in their blogs, but many have a goal of eventually publishing their work.

How to Get Published

The Rambling Epicure platform is a meeting point for all types of food writing. We will regularly publish outstanding writing from food bloggers. If you have a spectacular piece of writing, feel free to send it our way to info@theramblingepicure.com.

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The Rambling Epicure is Changing Faces

Published by Tuesday, June 3, 2014 Permalink 0

Pineapple Kate Lloyd
If you like TRE, you’ve seen the site is in transition. And you’ll like the changes being made there. Here’s what’s staying the same: fabulous articles about food, wine and travel, with visuals to match. Here’s what’s going to be different: a new kind of hub for food writers, unlike anything else on the Internet.

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The Story of Edouard Manet and the Bunch of Asparagus

Published by Sunday, June 1, 2014 Permalink 3

The art patron Charles Ephrussi (1849 –1905), one of the Parisians on whom Proust based the character Swann, was deeply appreciative of contemporary painting, and agreed to buy from Edouard Manet the delightful still-life, topmost above, for 800 francs. So great was his pleasure in ownership, however, that he paid the artist 1000 francs for it.

Not one to miss the chance for a witty flourish, Manet swiftly sent Ephrussi a smaller painting, of a single asparagus, with a note to say that one had slipped from the bunch.

 

 

Both paintings may be viewed by the public, but not together. The mother painting is in the Walraff Museum in Cologne, the solitary asparagus in the Musee D’Orsay in Paris.

Top: Édouard Manet (French, 1832-1883). Bunch of Asparagus, 1880. Oil on canvas. Wallraf-Richartz-Museum & Fondation Corboud, Cologne, Germany
Bottom: Edouard Manet (French, 1832-1905) One Asparagus, 1880. Oil on canvas, the Musee D’Orsay, Paris, France
 
Elatia Harris is a writer and consulting editor in Cambridge, Mass. She is most often at work on books and articles about food, wine and travel. Contact her at elatiaharrisATgmailDOTcom or via text at 617-599-7159.
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Food Writing Prompts: Style Guide

Published by Monday, April 14, 2014 Permalink 0

Keep calm and use a style guide.

 

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Tackling Obesity through Food Relationships

Published by Thursday, April 10, 2014 Permalink 0

Jonell Galloway, Writer, Editor and Translator

Swiss Food

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

by Jonell Galloway

I was recently interviewed for a Swiss Info documentary called “Finding the Right Food Formula.” In the context of recent childhood obesity figures in Switzerland, Veronica De Vore is exploring the Swiss relationship to food and how that might have changed, how it might be related to the rise in childhood obesity.

Click here to listen to the show. I cooked a Kentucky Fried Chicken feast for Veronica, while discussing the more serious matter of relationships to food in the context of my work in mindful eating. (The article also includes an abridged recipe for my grandmothers’ traditional Kentucky Fried Chicken.)

Continue Reading…

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O subjetivo na escrita culinária: revisitando M.F.K. Fisher

Published by Sunday, July 28, 2013 Permalink 0


O subjetivo na escrita culinária: revisitando M.F.K. Fisher         Betina Mariante Cardoso

Betina Mariante Cardoso

Soon to be translated from the Portuguese to the English

Para mim, a leitura da obra de M.F.K. Fisher (Mary Frances Kennedy Fisher) ultrapassa o prazer literário provocado por sua escrita: trata-se de um profundo enriquecimento pessoal. Meu livro favorito desta autora? É difícil escolher, mas atravessar as linhas de The Gastronomical Me foi um fenômeno transformador.

The Gastronomical Me. by MFK Fisher, photo courtesy of http://www.chanticleerbooks.com/shop/chanticleer/20267.html

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em uma tradução ligeira, o título é:  “O Eu Gastronômico”.  Sim,  ligeira,  pois há grande força e  simbolismo nas  fibras  deste título.  Apesar de  Mary Frances  explorar  suas histórias e  perspectivas  subjetivas nos textos,  ao ler com  atenção, percebo que  cada um de  nós, para quem o ato  culinário é  precioso, poderia  ocupar a    identidade deste ‘Eu Gastronômico’, deste “Me”, no idioma inglês. Aliás, qualquer um de nós poderia ocupar esta identidade, pois temas como o ‘comer’ e a ‘fome’, também tratados por ela, respondem ao nosso Humano mais profundo.

Na minha leitura, são textos em que a narradora nos empresta seu lugar, seu ponto de vista, para que possamos experimentar suas vivências, como se estivéssemos em seu papel, em sua ‘primeira pessoa’, nos sabores que descobre. Esta característica dá grande força aos seus  textos, através do uso desta narrativa em primeira pessoa do singular.  Ler-nos em suas sensações, percepções, vicissitudes  é aceitar que a autora  nos conduza em uma viagem para dentro de nossas próprias narrativas. Um passeio autobiográfico, então.  E pergunto: cozinhar não é também uma autobiografia, um ‘contar de si’?

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‘Dip’ agridoce de tomates, para aperitivo- receita minha

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bom, há vários focos de encanto, no conjunto desta obra, que, sem aviso, despertam o leitor para a reflexão. Sou pega de surpresa já pelo trecho de abertura:

[Para ser feliz, você deve ter conhecido a dimensão de suas forças, experimentado as frutas de sua paixão e aprendido qual é seu lugar no mundo]- Santayana

(Tradução livre- Betina MC)

Ao folhear este livro, encontro diversos capítulos de mesmo nome, escritos em datas diversas e entremeados com textos  de títulos diferentes.”The Measure of my powers” (‘A dimensão de minhas forças‘), repete-se uma série de vezes, trazendo à tona a menção ao trecho de abertura, de Santayana; a repetição deste título específico, contudo, dá o tom autobiográfico e intimista de “The Gastronomical Me”.  Sinto, ao percorrer as páginas, a profundidade com que a autora conta de suas histórias culinárias, suas descobertas e reflexões. É como se, a cada um dos capítulos que intitula ‘A dimensão de minhas forças’, ela respondesse ao trecho inicial, contando de sua busca pela dita felicidade.  “Para ser feliz, você deve ter conhecido a dimensão de suas forças”, diz o trecho, e Mary Frances trata de retomar esta ‘ordem’, nos capítulos do livro, mantendo a busca como linha condutora de sua escrita subjetiva.

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Mercado Público: convite aos sentidos…

Se a tônica me parece estar no ‘ser feliz’, há, nas entrelinhas, uma procura ainda mais profunda: a procura pela sua identidade, por suas ‘forças’ e potenciais, por sua essência, facetas de si que ela traduz por sua relação com o universo do ‘comer’e do ‘fazer culinário’.  Para mim, é neste aspecto  que seu ‘eu‘, primeira pessoa do singular, pluraliza-se  e torna-se ‘nós‘; é neste aspecto que o título do livro, “The Gastronomical Me” (“O ‘Eu’ Gastronômico”) destina-se a um plural de sujeitos que se identificam com as sensações, vivências e sentimentos escritos pela autora. Sujeitos em qualquer parte do mundo. É neste aspecto que ela empresta seu pronome ‘Me’ ao leitor, emprestando, também, seus sentidos para que possamos experimentar, em palavras, os sabores, aromas, texturas, sons, gostos e cores de suas cenas. É possível, ainda, ir além desta compreensão: ao abordar a dimensão de suas forças, ou ao exprimir emoções e memórias no conjunto de textos deste livro, a autora não apenas nos empresta sua fome, mas a partilha conosco, seus leitores. Fome que nós, humanos, sentimos.

Fome?

Esta é a palavra-chave da famosa introdução desta obra, em que ela responde por que escreve sobre  comida, e não sobre a luta pelo poder, pela segurança, ou sobre o amor ou sobre a guerra. “A resposta mais fácil é dizer que, como a maioria dos Humanos, eu sinto fome“. E acrescenta, com maestria, que, quando escreve sobre fome, na verdade está escrevendo sobre o amor e a fome por este, sobre o afeto e o amor por este e a fome por este…”Conto sobre mim mesma (…), e acontece, sem que eu queira, que estou contando também sobre aqueles que estão comigo, e sobre sua necessidade mais profunda pelo amor e pela felicidade.”

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Cocada: doce brasileiro de coco, tradicional e saboroso

Sendo o alimento parte essencial da vida de todos nós, bem como as emoções e percepções através dos sentidos, cada indivíduo está presente no texto desta autora; suas experiências coincidem com as nossas próprias lembranças.  Temos em comum a humanidade e, como ela refere, a ‘fome’. Por instantes, nos sentimos personagens de sua autoria; noutras vezes, nos sentimos o ‘Eu Gastronômico’ que escreve as histórias. As fomes são as mesmas.

E, então, a  beleza do último parágrafo deste prefácio está na partilha de sua emoção, com o leitor: “Há uma comunhão para além dos nossos corpos, quando o pão é partido e o vinho é bebido. E esta é minha resposta, quando as pessoas me perguntam: ‘por que você escreve sobre fome, e não sobre guerras ou amor?‘”

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Partilha do meu pão de salame e funcho, no primeiro dia de 2013…

Seja ao ver sua avó fazendo geléias, seja ao partilhar uma refeição com sua irmã e seu pai, seja ao olhar com atenção um cardápio e escolher seu desejo, pela primeira vez: em cada história contada, há algo de nós. Porque, se as emoções são tão diversas em nossa subjetividade, há um ponto em comum em nós, humanos, e que nos torna co-autores destes textos: comemos, sentimos o sabor (ou a falta dele), temos fome, preparamos o alimento, sentimos prazer(aceso ou apagado)…Em qualquer tempo e geografia, comida e emoção nos despertam ou adormecem, nos satisfazem ou nos incompletam, nos nutrem ou nos destroem; seja como for, comida e emoção respondem à nossa necessidade primordial, a fome. Esta, de que Mary Frances Kennedy Fisher fala com tanta profundidade.

É de cada um de nós que a autora conta, quando escreve um texto que intitula: ‘A dimensão de minhas forças’. Você pode não desejar cozinhar, nem desejar escrever sobre a comida ou sobre o ato culinário; entretanto, a leitura desta obra é um passo firme, e prazeroso, na trajetória do comer consciente. E, com certeza, também na trajetória da conscientização de nossa fome pelo amor, pelo afeto, pela segurança, pela felicidade.

bolinhos para o dia dos namorados

Bolo para celebrar o amor!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Minha leitura? A busca é, no fim das contas, pela ‘dimensão de nossas forças‘ e pelo saciar de nossas fomes, quanto mais buscamos conhecer a nós mesmos. Lendo ou cozinhando, descobrimos trechos de nosso subjetivo, experimentamos nossos sentidos e sentimentos. Somos nós, ali, refletidos em temperos ou em palavras. Basta nossa fome pela descoberta.

Obrigada pela visita!

Com afeto,

Betina MC.

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Sobre mim, Betina Mariante Cardoso

Sou Betina Mariante Cardoso, brasileira, trinta e poucos anos. Nasci e moro  em Porto Alegre, no Sul do Brasil, cidade que amo de coração e onde  vivencio o apego, o calor da família e a constância, virtudes necessárias na  minha vida. Paradoxo, tenho encantos por viajar, romper a linearidade  rotineira, esquecer o mapa no hotel e perder-me pelas ruas dos lugares que  visito. Por quê? Para ter a chance de conhecer aquela confeitaria antiga na  rua lateral, coisa que só o acaso permite.  Tenho uma ligação forte com o conforto do cotidiano mas, quando me torno viajante, parto em busca das descobertas, do desconhecido. É quando  me entrego à Serendipity que as viagens propiciam. E é com este mesmo estado anímico que venho para a cozinha: trazendo comigo a aventura, a curiosidade, o ímpeto pelo novo. Gosto de criar minhas receitas, mas sou também fã dos cadernos culinários, escritos à mão e com manchas de vida em suas páginas. Outro paradoxo. 

Agradam-me os livros, as revistas, os blogs de forno-e-fogão. E tenho verdadeiro encanto pelas ‘Histórias do como-se-faz’, as narrativas orais que transmitem o conhecimento empírico, prático e caseiro, de geração a geração. Escutar uma história de cozinha é, para mim, uma riqueza única, porque faz parte de uma conversa, de uma partilha entre as pessoas. Sou médica psiquiatra e psicoterapeuta, profissão que exerço com amor e dedicação, e que dispara meu olhar para o subjetivo de nossas entrelinhas. Minha segunda atividade profissional é como proprietária de uma pequena editora, a Casa Editorial Luminara, ligação entre  trabalho e espaço de liberdade.

No tempo livre, meu hobby principal é a culinária, desde a infância. Hoje, com a descoberta da ‘food writing‘, realizar a escrita culinária é, para mim, uma prática tão lúdica quanto cozinhar. Realizo algo que chamo de ‘cozinha perceptiva’. Nesta, escrita e a fotografia são ferramentas, pois ampliam a percepção e a descrição dos detalhes do ato culinário, ampliando também a exploração sensorial e a atenção ao presente, com benefícios para o autoconhecimento. Escrever, curiosar, ler, fazer colagens, blogar, viajar e  fotografar são também experiências prazerosas para mim, com altas doses de felicidade.

Espero você nos próximos textos!

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Food Art: Still Life with Geraniums, painting by Henri Matisse

Published by Friday, June 21, 2013 Permalink 0

Food Art: Still Life with Geraniums, painting by Henri Matisse

Henri Matisse painted “Still Life With Geranium” in 1906, when he was considered the “King of Fauvism.”It was the first Matisse painting to be purchased for a public exhibition.

An everyday subject matter is depicted in primary colors, thus infusing it with energy and emotion. At the same time, it resembles traditional decorative art.

Matisse was the leader of the Fauvist movement, and used vivid, primary colors long before his contemporaries. The colors always lent a sense of turbulent emotion to his work.

The term “Fauve” means literally “wild beast”. Another prominent member of this movement was André Derain.

 

 


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Jonell Galloway: Mindful Eating: Farmers, the Land, and Local Economy

Published by Monday, April 1, 2013 Permalink 0

Mindful Eating: Farmers, the Land, and Local Economy

by Jonell Galloway

Many times, after I have finished a lecture on the decline of American farming and rural life, someone in the audience has asked, “What can city people do?” “Eat responsibly,” I have usually answered. Of course, I have tried to explain what I mean by that, but afterwards I have invariably felt there was more to be said than I had been able to say. Now I would like to attempt a better explanation.

 I begin with the proposition that eating is an agricultural act. Eating ends the annual drama of the food economy that begins with planting and birth. Most eaters, however, are no longer aware that this is true. They think of food as an agricultural product, perhaps, but they do not think of themselves as participants in agriculture. They think of themselves as “consumers.”

—Wendell Berry, The Pleasures of Eating, Center for Ecoliteracy

The Times They are a-Changin’: Move Towards a Local Economy

After a few very difficult years, we are now only starting  to talk about the importance, and even necessity, of maintaining and supporting a local economy. This is important not only to our health and taste buds, but also to our vital economic self-sufficiency. It is perfectly in line with the concept of Mindful Eating, and, by definition, involves local farmers as well as others who contribute to eating and drinking.

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Food History: Before there were Restaurants, there were Street Kitchens

Published by Friday, October 5, 2012 Permalink 0

by Jonell Galloway

Some form of restaurant has existed ever since humans have been eating. The phenomenon grew as large cities formed, and as people traveled on the ancient silk roads in the Middle East and China, and in the Roman Empire, often in the form of inns where one could both sleep and eat.

Street kitchens and food trucks are by no means a modern invention. Jean-Robert Pitte says in his  essay “The Rise of the Restaurant”:

Throughout the world, the principal type of eating establishment has always been the street kitchen, where a person can buy a precooked dish for a modest sum. They have always existed in China and still exist throughout Asia, even in industrial and postindustrial countries such as Japan…Street restaurants are still common in Latin America and the Middle East and Africa… (from A Culinary History: Food, edited by Jean-Louis Flandrin and Massimo Montanari)

 

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